A justiça poderá ser o próximo alvo da inteligência artificial?


Frente ao avanço rápido das inovações em todas as áreas de negócios, e através do impacto das redes sociais e do acesso móvel, o sistema judiciário pode se tornar um negócio do passado. Assim como todas as funções e tarefas repetitivas que estão sendo substituídas por máquinas, o trabalho de advogados, promotores e juízes entra na mira da inteligência artificial na tentativa de eliminar a burocracia, a morosidade e os custos. Parte disso é a necessidade de verificar leis, jurisprudência, endereços, documentos e assim por diante.

Uma tentativa de terceirizar as decisões de jurados através de juris coletivos (crowdjury – www.crowdjury.org) ainda é uma pretensão. Usar a tecnologia para acelerar ou garantir melhor representação para uma avaliação justa de casos é um caminho que já avança lentamente.

O maior desafio, na substituição das pessoas no processo de resolução de conflitos, é que nem sempre a solução é exata. A interpretação da lei, as evidências, e as decisões não são uma ciência exata e por isso ainda existem muitas dúvidas se a inteligência artificial poderá dar conta do processo completo. Ela certamente ajudará na recuperação de dados e informações históricas, de decisões passadas, mas a complexidade dos conflitos provavelmente abre oportunidade para uma nova forma de decisão e decisões diferentes das já vivenciadas.

As partes envolvidas em um conflito podem acordar soluções diferentes da mera interpretação da lei, desde que não impacte negativamente outras pessoas ou entidades. Tudo isso nos leva a crer que exista uma enorme oportunidade de explorar maneiras mais eficientes de resolver conflitos, como por exemplo o que propõem os meios eletrônicos de solução de conflitos. (conheça mais sobre isso na publicação “Do Conflito ao Acordo na Era Digital”, Editora Doyen – www.acordonaeradigital.com.br).

Empresas atuando nesta área como a ResolvJá também trazem uma nova perspectiva dessa forma de resolução de conflito. O ambiente digital proporciona diversos níveis de resolução de conflitos. Seja uma negociação direta, onde as partes têm controle total da decisão ou solução, ou uma mediação / conciliação, onde as partes aceitam um intermediário para ajudar na aproximação dos pontos de vista com perguntas e ideias e caminhos de solução, ou ainda quando a solução é terceirizada a um árbitro (arbitragem).

Todos esses caminhos de resolução de conflitos em meio digital oferecem muitas vantagens em relação aos meios tradicionais da judicialização: rapidez, a maioria é encerrada em 3 a 4 meses ao invés de 3 a 4 anos, custos de até 90% menos que o caminho da justiça e confidencialidade, preservando as partes de exposição pública desnecessária.

Se tiver interesse, leia mais no artigo publicado na revista Veja digital. (https://veja-abril-com-br.cdn.ampproject.org/c/veja.abril.com.br/tecnologia/advogados-sao-o-proximo-alvo-da-inteligencia-artificial/amp/)

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